quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Os carros de Fórmula 1 para a temporada 2015!

Estes serão os carros de F1 para a temporada 2015! Qual o mais bonito?
->Ferrari SF-15T
->Force India Mercedes VJM08
->Lotus Mercedes E23

->McLaren Honda MP4-30
->Mercedes W06
->Red Bull Renault RB11
->Sauber Ferrari C34
->Toro Rosso Renault STR10
->Williams Mercedes FW37

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Impressionante modelo de um caça F-16 em pleno voo!

Os caças F-16 Fighting Falcon são conhecidos por serem facilmente manobrados mesmo em condições menos favoráveis. Concebidos para serem utilizados pela Força Aérea dos Estados Unidos da América, existem modelos de RC que voam tão bem quanto os verdadeiros. Este é um deles.


Quem também quer um? :D

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Já pensou o que é preciso fazer para ligar uma avião?

Já alguém pensou o que é preciso fazer para ligar um avião comercial? Será como ligar uma carro? Demora segundos ou  alguns minutos? A verdade é que são necessários bastantes botões para colocar um gigante destes no céu! O video que se segue mostra basicamente como ligar um avião (Boeing 737).


domingo, 18 de janeiro de 2015

Todos os detalhes do F-35

O projeto F-35 seria responsável pela construção de três caças de última geração. No entanto, atrasos e mais atrasos causaram um aumento absurdo no preço, transformando o sonho em pesadelo. Assim nasceu o mais caro projeto da história da aviação mundial.
O plano seria construir três modelos de caça diferentes, cada um adaptado às forças armadas em questão (Marinha, Força Aérea e Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos) denominadas de: F-35A, F-35B e F-35C.

Características F-35A (Versão para a Força Aérea)

Aterragem: Convencional (necessita de pista de pouso)
Armamento: Metralhadora GAU-22/A 25mm
                     2 misseis AR-AR AIM-120C
                     2 bombas inteligentes GBU-31 JDAM
                     Capacidade para mais 8 toneladas de armamento externo
Tripulação: 1 piloto
Comprimento: 15,7 m
Altura: 4,38 m
Envergadura da asa: 10,7 m
Peso vazio: 13290 kg
Motor: F135-PW-100
Velocidade: Match 1.6 (1930 km/h)
Raio de combate: 1093 km
Alcance: 2200 km
(F-35 em pleno voo)
Características F-35B (Versão para o Corpo de Fuzileiros Navais)

Descolagem: Curta e vertical (não necessita de pista de pouso)
Armamento: 2 misseis AR-AR AIM-120C
                     2 bombas inteligentes GBU-31 JDAM
                     Capacidade para mais 6/7 toneladas de armamento externo
Tripulação: 1 piloto
Comprimento: 15,6 m
Altura: 4,36 m
Envergadura da asa: 10,7 m
Peso vazio: 14650 kg
Motor: F135-PW-600
Velocidade: Match 1.6 (1930 km/h)
Raio de combate: 883 km
Alcance: 1667 km
(F-35B-Descolagem vertical)
Características F-35C (Versão para a Marinha)

Aterragem: Convencional (necessita de pista de pouso)
Armamento: 2 misseis AR-AR AIM-120C
                     2 bombas inteligentes GBU-31 JDAM
                     Capacidade para mais 8 toneladas de armamento externo
Tripulação: 1 piloto
Comprimento: 15,7 m
Altura: 4,78 m
Envergadura da asa: 13,1 m
Peso vazio: 15785 kg
Motor: F135-PW-100
Velocidade: Match 1.6 (1930 km/h)
Raio de combate: 1100 km
Alcance: 2200 km

(F-35 cockpit)
O custo das aeronaves e do seu desenvolvimento:

Em 2001 o preço total do desenvolvimento do F-35 estava estimado nos 35 biliões de dólares e conclusão prevista para abril de 2012.
Dez anos depois o custo subiu para cerca de 50 biliões de dólares e o prazo alargado até 2016. Em questões unitárias o preço de cada aeronave passou dos 59 para os 112 milhões de dólares.
Em 2014, após duas décadas de desenvolvimento da aeronave, o custo total do projeto disparou para os 400 biliões de dólares passando a ser o projeto armamentista mais caro da história do Pentágono.

As maiores críticas ao F-35

1) A maior é sem dúvida os atrasos. Sucessivos atrasos levaram a um aumento catastrófico do custo do projeto. O que era dado como sendo um projeto com uma boa relação custo/beneficio acabou por ser uma dor de cabeça para os países envolvidos.

2) Também devido ao atraso a qualidade esperada para o avião tem deixado a desejar. Responsáveis do projeto já admitiram que no caso do F-35A será necessária uma maior distância de descolagem e aterragem.

3) O aspeto estético também fora alterado. A nova configuração apresenta uma abertura de ar, o que influência a aerodinâmica da aeronave.

4) Um dos outros aspetos está relacionado com a "invisibilidade". Havia a promessa que o F-35 seria invisível aos radares, mas testes realizados demonstram que apenas é dificilmente localizável. Radares russos são capazes de detéta-lo.

5) O tempo de reparação também subiu bastante. Para trocar um motor são necessários dois dias, contra as duas horas anteriormente previstas.

6) Como a unidade de baterias é vulnerável a temperaturas baixas as aeronaves têm de permanecer em hangares aquecidos à noite.

7) Há também a crítica que o F-35A oferece uma visibilidade limitada ao piloto, que não consegue observar com facilidade a aproximação de um inimigo pela retaguarda. 

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Porque choramos?

Fosse por um filme triste, um reencontro rejubilante ou por ter batido com o joelho na perna da mesa, já toda a gente chorou nalgum momento da sua vida. Mas por que evoluimos de forma a fazê-lo?
Uma teoria diz que, nos nossos dias pré-evoluidos, as lágrimas que nos corriam pelo rosto e turvavam a visão eram um sinal de rendição, provando que não representávamos perigo para o agressor. Mas nos tempos modernos a ciência mostra que existem várias razões biológicas válidas para lacrimejarmos. 
As lágrimas reflexas, por exemplo, são uma resposta a um estímulo irritante (como o causado por fumo ou pelo propanotial-S-óxido de uma cebola cortada). Os nervos sensoriais da córnea enviam um sinal ao cérebro indicando que os olhos precisam de proteção. O cérebro liberta hormonas para as glândulas lacrimais situadas atrás da pálpebra, que profuzem lágrimas para criar uma camada de proteção e diluir o agente irritante.
Contudo, a forma mais comum de choro é a emotiva. Quando surgem emoções fortes - seja devido a felecidade, tristeza ou dor -, o telencéfalo apercebe-se de que o indivíduo está a passar por uma forte reação emotiva a um estímulo. O sistema endócrino liberta um conjunto de hormonas para as glândulas lacrimais, que segregam líquido para o olho. Água em excesso pode sair pelo nariz, através dos canais lacrimais.
Estudos demonstram que existe uma razão bioquímica para o choro. Embora as lágrimas reflexas sejam constituídas por 98% de água, as emotivas contêm várias substâncias químicas, incluindo hormonas adrenocorticotrópicas presentes em altura de stress, e leucina-encefalina, uma endorfina que alivia a dor e melhora o humor. O choro parece ser, portanto, um modo de libertar hormonas e toxinas acumuladas durante momentos de emoção intensa.



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

O futuro avião da Força Aérea Portuguesa

Ao que tudo indica os velhos C-130 da Força Aérea Portuguesa serão substituídos no futuro pelos Embraer KC-390. Esta aeronave foi desenvolvida para substituir a frota militar brasileira nos quais se juntam Portugal, Argentina, Chile, Colômbia, República Checa e Suécia com "intenções de compra".

 (C-130 Hércules)

O Embraer KC-390 é basicamente um avião para transporte táctico/logístico e de reabastecimento em voo sendo considerado transporte militar médio. A entrada em serviço está prevista para 2016. Algumas das suas aplicações podem ser:

 1-Transporte e lançamento de cargas e tropas
 2-Reabastecimento em voo - caças, transporte ou (ISR) e no solo
 3-Evacuação Aero-médica (UTI móvel, remoção de feridos)
 4-Transporte de cargas paletizadas
 5-Transporte de veículos leves e médios
 6-Ajuda humanitária
 7-Lançamento a baixa altura
 8-Lançamento de cargas e para-quedistas em todas as altitudes
 9-Operação em pistas não pavimentadas e curtas
10-Combate a incêndios florestais

Especificações:

Comprimento: 35,20 m
Envergadura: 35.05 m
Altura: 11,84
Peso máximo de descolagem: 67.000 kg (missões tácticas); 74.400 kg (normal) e 81.000 kg (transporte logístico)
Carga útil máxima: 23.000 kg
Combustível de asa: 23.400 l
Tripulação: 3 (1 piloto, 1 co-piloto e 1 engenheiro de voo) e 80 soldados equipados ou 64 para-quedistas (configuração típica)
Velocidade de cruzeiro: 850 km/h
Alcance: 6.019 km
Teto de serviço: 10.973 m
Distância de descolagem: 1.100 m (missões táticas); 1.300 m (normal) e 1.630 m (transporte logístico)
Motor: 2 Turbofans IAE V2500-E5


(Embraer KC-390)

sábado, 3 de janeiro de 2015

O que é a velocidade de cruzeiro?

A velocidade de cruzeiro num navio ou avião significa, sensivelmente, a velocidade ideal para um determinado percurso, em que se consegue manter a velocidade máxima e constante. Em outros meios de transporte a velocidade de cruzeiro designa a relação maior eficiência/menor consumo.

(imagem meramente ilustrativa)